O Brasil registrou 848 vítimas entre janeiro e julho de 2026, conforme dados do Sinesp (Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública.
Quatro mulheres são agredidas por dia — e por trás de cada número existe uma história que pode terminar em tragédia.
A violência contra a mulher continua sendo uma realidade que exige atenção, denúncia e políticas públicas efetivas. A agressão física, psicológica, moral e patrimonial muitas vezes começa dentro de casa e pode evoluir para situações ainda mais graves.
Quando a violência chega ao extremo, o resultado pode ser o feminicídio: o assassinato de uma mulher motivado pela condição de gênero, geralmente relacionado à violência doméstica e familiar ou ao menosprezo e à discriminação contra a mulher.
Os números não são apenas estatísticas. Cada agressão representa uma mulher que pode estar vivendo com medo, sendo ameaçada, humilhada ou submetida a um ciclo de violência.
Por isso, é fundamental romper o silêncio. Vizinhos, familiares, amigos e toda a sociedade têm um papel importante na identificação de sinais de violência e no apoio às vítimas.
Nenhuma mulher deve esperar que a agressão se transforme em uma tragédia para pedir ajuda.
Combater o feminicídio começa muito antes do assassinato: começa quando a primeira agressão é denunciada, quando uma vítima é acolhida e quando a sociedade deixa de tratar a violência como um problema privado.
Violência contra a mulher não é assunto de casal. É uma questão de segurança, justiça e direitos humanos.
Falando Frankamente — informação que alerta, conscientiza e dá voz à sociedade.