Evento solidário recebeu, em três dias, 150 mil pessoas no Paço e 12 toneladas de alimentos
A Feira da Fraternidade encerra neste domingo (12), depois de três dias de festa, com show de Marcelo Falcão no Paço de Santo André. O evento teve, de acordo com o prefeito Gilvan Ferreira (Cidadania), recorde de público e arrecadação.
A festa, que faz parte do calendário de comemoração do aniversário de 473 anos da cidade, recebeu aproximadamente 150 mil pessoas, considerando o fluxo rotativo.
“Uma coisa que acertamos muito é que, durante o dia, o sábado tinha pouco fluxo e a gente trouxe uma atração infantil. Conseguimos reunir 10 mil pessoas de tarde. Esse é um modelo que vamos manter nos próximos aniversários, de sempre trazer atividades para a criançada”, contou o chefe do Executivo.
Um dos destaques, segundo o prefeito, foi o aumento da presença público jovem, além das famílias que comumente frequentam as festas no Paço.
A expectativa de arrecadação também foi superada – o ingresso do evento solidário é 2kg de alimentos não perecíveis.
Esperávamos sete toneladas e foram arrecadadas 12. E de público não cabe mais gente. Ficamos até apreensivos de tanto público que tivemos. Mas este é um problema bom. afirmou Gilvan Ferreira.
“Estamos finalizando o evento muito felizes. O Paço ficou pequeno e Santo André está transformando felicidade e solidariedade. Foi mais um sucesso deste aniversário e continuamos as festividades com programas, obras e entregas para a cidade”, completou o prefeito.
As barracas de alimentação, comandadas por 60 entidades assistenciais com o objetivo levantar recursos para seus projetos, venderam além da programação. Os produtos precisaram ser reabastecidos no sábado (11) e ainda assim esgotaram novamente domingo, antes do término do evento.
O coordenador de Saúde Mental e um dos dirigentes da Coração Valente, Alan Augusto Marino, destacou que o evento ajudou a arrecadar recursos para as obras assistenciais da associação que utiliza a equoterapia para ajudar na reabilitação de crianças e adolescentes.
“Utilizamos o cavalo como acelerador no processo, porque o passo dele é equivalente à marcha humana. Atendemos aproximadamente 50 jovens, especialmente com TEA, síndrome de Down e paralisia cerebral, gratuitamente. Entretanto, tem 800 pessoas na fila aguardando por uma oportunidade”, ressaltou Marino.