DF lidera ranking nacional de qualidade de vida e Brasília é 2ª melhor capital do país, diz IPS Brasil 2026

Índice de Progresso Social avaliou os 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais. Capital federal ficou atrás apenas de Curitiba.

O Distrito Federal lidera o ranking nacional de qualidade de vida entre as unidades federativas do país, segundo o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026.

Brasília também tem destaque e aparece como a 2ª melhor capital brasileira no levantamento, atrás apenas de Curitiba (PR).

 O IPS mede qualidade de vida com base em 57 indicadores sociais e ambientais, divididos em áreas como saúde, educação, segurança, saneamento, inclusão social e acesso a oportunidades. A nota vai de 0 a 100.

O DF recebeu nota 70,73, a maior entre os estados brasileiros. Na sequência aparecem:

Na outra ponta do ranking estão:

  • Acre: 58,03;
  • Maranhão: 57,59;
  • Pará: 55,80.

Brasília é 2ª melhor capital do país

Amanhecer na Ponte JK, em Brasília (DF) — Foto: TV Globo

Amanhecer na Ponte JK, em Brasília (DF) — Foto: TV Globo

Entre as capitais brasileiras, Brasília ficou em 2º lugar, com nota 70,73. Curitiba lidera o ranking, com 71,29 pontos.

As cinco capitais mais bem colocadas são:

  • Curitiba (PR) – 71,29
  • Brasília (DF) – 70,73
  • São Paulo (SP) – 70,64
  • Campo Grande (MS) – 69,77
  • Belo Horizonte (MG) – 69,66

Segundo o relatório, a diferença entre a capital mais bem colocada e a última ultrapassa 12 pontos. As piores notas entre as capitais foram registradas por:

O que o índice avalia

O IPS Brasil considera indicadores ligados a:

  • necessidades humanas básicas;
  • fundamentos do bem-estar;
  • oportunidades.

Entre os componentes analisados estão:

  • moradia;
  • segurança pessoal;
  • saúde e bem-estar;
  • acesso à educação;
  • inclusão social;
  • direitos individuais;
  • qualidade do meio ambiente.

O levantamento afirma que, no Brasil, os melhores resultados médios foram registrados em moradia e acesso à informação e comunicação. Já os piores desempenhos ficaram em direitos individuais, inclusão social e acesso à educação superior.

““pesar do bom desempenho das capitais, todas apresentam sérias dificuldades no componente de inclusão social, com altos índices de violência contra minorias, famílias em situação de rua e baixa paridade de gênero e raça nas câmaras municipais”, afirmou Melissa Wilm, coordenadora do IPS Brasil.

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