Troca de inteligência entre os dois países pode influenciar visão internacional sobre as facções, segundo especialistas
A troca de informações entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado pode trazer desdobramentos relevantespara a forma como facções brasileiras são tratadas no cenário internacional.
Na sexta-feira (10), o governo federal anunciou, por meio do Ministério da Fazenda, um acordo de cooperação mútua entre a Receita Federal e a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA para enfrentar o tráfico internacional de armas e drogas.
A iniciativa acende um alerta porque ocorre em meio a discussões, nos Estados Unidos, sobre a possível classificação de PCC e CV como grupos terroristas.
Especialistas ouvidos avaliam que o acordo pode influenciar esse debate ao ampliar a produção e o compartilhamento de informações sobre a atuação internacional dessas facções.